Influência da espessura vestibular do osso facial após a colocação do implante considerando a recessão dos tecidos moles: uma revisão sistemática

Influência da espessura vestibular do osso facial após a colocação do implante considerando a recessão dos tecidos moles: uma revisão sistemática

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Uma seleção dos artigos científicos mais relevantes publicados recentemente nos periódicos internacionais.

Aizcorbe-Vicente et al. Influence of facial bone thickness after implant placement into the healed ridges on the remodeled facial bone and considering soft tissue recession: a systematic review. Int J Oral Maxillofac Implants 2020;35:107-19.

Por que é interessante: tenta estabelecer a espessura vestibular mínima para evitar a recessão dos tecidos moles e duros peri-implantares.

Desenho experimental: revisão sistemática de estudos clínicos com avaliação qualitativa.

Os achados: 11 trabalhos incluídos (quatro randomizados, dois não randomizados e cinco séries de casos). Todos os estudos reportaram reabsorção horizontal e vertical do osso vestibular. A espessura óssea reduzida foi correlacionada com maior reabsorção óssea vertical, associada a uma pequena recessão no tecido mole.

Conclusão: não há uma espessura óssea mínima que evite a perda óssea peri-implantar e mantenha a estabilidade do tecido mole. Entretanto, 2 mm de espessura óssea trariam menos reabsorção vertical e recessão da mucosa peri-implantar.

Veja o artigo original aqui.