Resultados de um ano verificando o desempenho de reabilitações protéticas na maxila posterior, suportadas por implantes extracurtos de 4 mm esplintados aos de 10 mm

Resultados de um ano verificando o desempenho de reabilitações protéticas na maxila posterior, suportadas por implantes extracurtos de 4 mm esplintados aos de 10 mm

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Uma seleção dos artigos científicos mais relevantes publicados recentemente nos periódicos internacionais.

Gašperšič R, Dard M, Linder S, Oblak C. One-year results assessing the performance of prosthetic rehabilitations in the posterior maxilla supported by 4-mm extrashort implants splinted to 10-mm implants: a prospective case series. Int J Oral Maxillofac Implants 2021;36(2):371-8.

Por que é interessante? O estudo avalia as taxas de sucesso e sobrevivência de reabilitações orais sobre implantes extracurtos na maxila quando esplintados aos implantes longos.

Desenho experimental: foram avaliados 11 pacientes possuindo dois implantes extracurtos (4 mm) esplintados a um implante dentário com 10 mm de comprimento. A frequência de ressonância dos implantes foi analisada imediatamente e seis meses depois.

Os achados: em dez casos, a qualidade óssea era tipo III. Os valores medianos de estabilidade dos implantes aferidos pelo Implant Stability Quotient (ISQ) ficaram entre 61 e 66. Um implante de 4 mm falhou e foi removido. Após seis meses, a estabilidade secundária de 16 implantes com 4 mm aumentou para 68, e dos implantes com 10 mm aumentou para 78. As profundidades de sondagem ficaram entre 2,8 mm e 3,1 mm; as perdas ósseas ficaram entre 0 mm e 0,9 mm nos implantes com 10 mm, e entre 0 mm e 0,4 mm nos implantes com 4 mm.

Conclusão: reabilitações orais combinando implantes com 4 mm e 10 mm possuem desempenho favorável após um ano em arcadas maxilares curtas.

Veja o artigo original aqui.