Influência de técnicas de preparo do leito implantar na estabilidade primária de implantes dentários cônicos: estudo ex vivo

Influência de técnicas de preparo do leito implantar na estabilidade primária de implantes dentários cônicos: estudo ex vivo

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Artigo avalia a estabilidade primária de implantes através de três técnicas cirúrgicas de preparo do leito implantar.


AUTORES

Felipe Germoglio Cardoso Macêdo
Mestrando em CTBMF – FOP/Unicamp.
Orcid: 0000-0002-7739-0700.

Andrés Humberto Cáceres Barreno
Doutor em CTBMF – FOP/Unicamp.
Orcid: 0000-0002-3231-2928.

Douglas Rangel Goulart
Doutor em CTBMF – FOP/Unicamp.
Orcid: 0000-0001-8339-3660.

Gabriel Albuquerque Guillen
Doutorando em CTBMF – FOP/Unicamp.
Orcid: 0000-0001-6553-2268.

Bruno Costa Martins de Sá
Coordenador da especialização em Implantodontia – Soep/RO.
Orcid: 0000-0002-0712-647X.

Claudio Ferreira Nóia
Professor da área de CTBMF – FOP/Unicamp.
Orcid: 0000-0003-2336-6737.


RESUMO

Objetivo: avaliar comparativamente a estabilidade primária de implantes dentários, obtida através de três técnicas cirúrgicas de preparo de leito implantar em osso de pobre densidade. Material e métodos: 30 implantes dentários, com conexão do tipo cone-morse e formato cônico, foram instalados em 30 blocos de tíbia suína com microarquitetura óssea semelhante. O preparo do leito implantar foi realizado de acordo com as técnicas de fresagem convencional (FC), subpreparo (SP) e fresagem com kit S-Volum (SV), e os implantes foram instalados para aferição da estabilidade primária a partir do valor de torque final de inserção (TFI) e o valor do quociente de estabilidade do implante (ISQ), obtidos através da análise de frequência de ressonância. Resultados: o TFI revelou uma diferença estatisticamente significante (p < 0.01) entre os grupos SP e FC, e SV e FC. Já na comparação entre os grupos SP e SV, não houve significância estatística (p=0.08) entre os mesmos. Por outro lado, no ISQ houve superioridade numérica do grupo SV, mas não foi observada diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p=0,105). Além disso, a correção linear entre os valores do TFI e do ISQ foi fraca (r=0,34). Conclusão: a realização da fresagem com o kit S-Volum otimizou a estabilidade primária. As técnicas de preparo convencional e subpreparo apresentaram resultado inferior em relação ao kit S-Volum.

Palavras-chave – Implantes dentários; Estabilidade primária; Osso de baixa densidade.


Recebido em jul/2020
Aprovado em jul/2020

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